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Visita a projectos sociais em Guimarães
Vistei esta segunda-feira com a deputada Sónia Fertuzinhos os Projectos sociais “Vestir de Novo” e “Despertar”, no concelho de Guimarães. Trata-se de duas respostas sociais que acompanham centenas de famílias em diversas dimensões. Estes dois exemplos “são marcas fundamentais numa sociedade que se quer mais justa, equitativa e capaz de ultrapassar por si própria, as dificuldades que surgem entre muitos cidadãos”.
2010-06-21
O Projecto “Vestir de Novo” foi criado no âmbito da rede social inter-freguesias e agrupa as Juntas de Freguesia de Selho S. Jorge, Candoso S. Martinho, Selho S. Cristovão e Gondar e permite a recolha, reciclagem e distribuição de vestuário, calçado e outros bens por famílias com dificuldades reconhecidas. A funcionar no Centro paroquial de Selho S. Jorge desde 2007, este trabalho colectivo é baseado no voluntariado de várias pessoas que assim contribuem numa atitude pró-activa e de cidadania. O Projecto Despertar é uma iniciativa de intervenção social que teve início em 2005, promovida pela Câmara de Guimarães e executada pela Sol do Ave, enquadrando-se no programa para a inclusão e desenvolvimento – Progride. A intervenção é multifuncional e abarca áreas com o Emprego, a Infância, Juventude e atendimento familiar, promovendo também uma dimensão de voluntariado que foi destacada pelos eleitos socialistas. No domínio do CAFAP – Centro de apoio familiar e aconselhamento parental, existem várias respostas, desde logo ao nível das competências parentais e gestão doméstica, mas também ao nível da terapia familiar e da fala, entre muitas outras. Atribuimos diplomas de competências aos diversos formandos presentes, realçando a importância da sociedade “olhar e valorizar estes projectos que partem de realidades muito concretas e complexas e que conseguem ultrapassar dificuldades individuais, tornando as pessoas mais autónomas e capazes de enfrentar o futuro com outra determinação”. Estes dois exemplos “são marcas fundamentais numa sociedade que se quer mais justa, equitativa e capaz de ultrapassar por si própria, as dificuldades que surgem entre muitos cidadãos”.
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